quinta-feira, 13 de maio de 2010

O Vendedor de Sonhos



Julio César era normal. Um suicida em potencial.

(Ok, isso foi uma piada interna de mim comigo mesma e ninguém vai entender esse post, mas não importa. Afinal, como a Alice disse uma vez, o que me fez pensar duas vezes antes de fazer um blog pra "desabafar" é que a partir do momento que as pessoas lêem ele, cria-se uma cobrança natural de ter que explicar os posts pros outros ou então de fazer posts padrão, com sentido. Seu eu quiser colocar uma foto e uma frase e falar que é texto no meu caderno, eu posso. No blog fica estranho. Na verdade, eu não aguento mais esse blog. Tô de mal com ele. Eu justifico isso pros outros falando que "ninguém comenta, ninguém lê" mas não é por isso. Eu não sei explicar, esse "nova postagem" do Blogger não é muito inspirador e eu escrevia bem mais antes de ter esse blog. Acho que é culpa do Twitter, que está ensinando a humanidade a expressar os sentimentos em 140 caracteres. O Saramago falou, no início de tudo: "Esse Twitter será o começo do fim da literatura". Cara, ele tem razão. Sim, sim, sim, tudo culpa do Twitter).

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