o pranto do abandono, o pranto boêmio do desamor
É só o pranto de um violão
tocando um samba sem cor
O pranto do povo é o meu pranto
aquele que sente demais por saber
Me encontro externalizada
por medo do meu ser
"Tudo é questão de ver/ Que a vida é maior que o fato/ A força é maior que o ato/ E a semente repousa no fruto/ Como o sentido no tato/ Tudo contém o ser/ Assim como o ser contém tudo/ Continente e conteúdo/ Fundidos num só mistério/ Que de repente é sério/ De repente é caricato"
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